Política de privacidade
Versão de 30 de setembro de 2026
Quem é responsável
Gabriela Gonçalves, psicóloga, CRP 16/11148, é a controladora dos dados tratados por este site e pelo atendimento. Para qualquer assunto sobre seus dados, escreva para contato@goncalvesgabriela.com.br. Não há encarregado nomeado: a norma da ANPD para agentes de pequeno porte dispensa essa nomeação, mas o canal acima recebe e responde os pedidos.
Um aviso antes de tudo
Ser paciente de uma psicóloga é, por si só, uma informação sobre a sua saúde. Por isso tudo o que este site guarda sobre você é tratado como dado pessoal sensível (LGPD, art. 5º, II, e art. 11), com as proteções descritas abaixo, e está coberto pelo sigilo profissional do Código de Ética do Psicólogo.
Quais dados, de onde vêm
- Formulário de contato: nome, telefone de WhatsApp, melhor período para retorno e a declaração de que você tem 18 anos ou mais. Vão por e-mail para a psicóloga e para uma planilha privada dela, que é a lista de quem ainda espera retorno. Não descreva situações clínicas por esse canal.
- Cadastro feito pela psicóloga depois da primeira conversa: nome e e-mail.
- Área do paciente: pacote escolhido, horário fixo, datas e situação das sessões, situação da assinatura. O aceite do contrato terapêutico fica registrado com a data, a versão do texto, o endereço IP e o navegador de onde veio o clique, num PDF do contrato selado com o certificado da plataforma e guardado cifrado. É a prova de que aquele texto foi aceito, e de quando.
- Agendamento da primeira sessão: nome, e-mail, telefone e melhor período (herdados do formulário de contato, se você já passou por ele), o horário escolhido, o aceite do contrato (registrado com data, versão, IP e navegador, como acima), e a situação do pagamento — tudo isso fica no banco do site. Nada disso vai para o Cal.com nesse momento: a reserva só entra na agenda quando o pagamento é confirmado, cartão pelo Stripe ou Pix direto para a chave da psicóloga. No Pix, nenhum dado de pagamento passa por terceiros.
- Registro clínico: anotações da psicóloga, guardadas cifradas. Só ela as lê.
- Recibos do Receita Saúde: o CPF de quem é atendida e, quando for outra pessoa, o de quem paga, além do valor e da data de cada pagamento. A Receita Federal exige esses dados em cada recibo de serviço de saúde. O CPF fica guardado cifrado e só aparece no painel da psicóloga e no arquivo que ela envia à Receita.
- Navegação: endereço IP e data dos acessos, em registros técnicos do servidor, usados para segurança (limite de tentativas) e diagnóstico.
Para quê, e com que base legal
- Retornar o seu contato — com o seu consentimento, dado ao enviar o formulário (art. 7º, I).
- Prestar o atendimento, agendar sessões e cobrar a assinatura — para a execução do contrato terapêutico (art. 7º, V) e para a tutela da saúde, em procedimento realizado por profissional de saúde (art. 11, II, f).
- Manter o registro clínico — obrigação da psicóloga (Resolução CFP nº 001/2009; art. 11, II, a).
- Guardar a prova do aceite do contrato (data, IP e navegador) — exercício regular de direitos (art. 7º, VI).
- Emitir os recibos de serviço de saúde exigidos pela Receita Federal (Receita Saúde) — cumprimento de obrigação legal (art. 7º, II).
- Proteger o site contra abuso — interesse legítimo (art. 7º, IX), limitado a registros técnicos.
Com quem os dados são compartilhados
Nenhum dado é vendido. Nome e telefone nunca vão para publicidade; ao Google Ads vai só o identificador do clique, quando o contato veio de um anúncio. Sete empresas prestam serviço ao consultório e recebem só o necessário para isso:
| Quem | Para quê | O que recebe |
|---|---|---|
| Stripe (EUA) | Pagamento da assinatura e da primeira sessão, quando no cartão | Nome, e-mail, dados do cartão (só o Stripe os vê), histórico de cobrança |
| Cal.com (EUA) | Agenda das sessões | Primeiro nome, e-mail, datas e horários das sessões |
| LiveKit (União Europeia, Frankfurt) | Sala de vídeo das sessões de acompanhamento, dentro do próprio site | O nome exibido na sala, o endereço IP e o horário da conexão. Áudio e vídeo passam cifrados de ponta a ponta: o LiveKit não consegue vê-los nem ouvi-los, e nada é gravado |
| Google Meet (EUA) | Sala de vídeo da primeira sessão, e das demais quando a sala do site não abre no seu navegador | E-mail de quem participa e o evento de agenda |
| Resend (EUA) | Envio de e-mails do site | E-mail, nome e o conteúdo de cada mensagem enviada |
| Hostinger, São Paulo | Hospedagem do site e do banco de dados | Tudo o que o site guarda; o registro clínico, cifrado |
| Google Planilhas (EUA) | Lista de contatos recebidos pelo formulário, para a psicóloga retornar | Nome, telefone de WhatsApp, melhor período e a data do envio |
| Google Ads (EUA) | Saber se um anúncio gerou contato, agendamento ou pagamento | Só o identificador do clique no anúncio (gclid), a hora e — no caso de pagamento — o valor. Sem nome, telefone, cookie ou script do Google no site |
Stripe, Cal.com, Resend e Google ficam nos Estados Unidos, e o LiveKit na União Europeia: é uma transferência internacional de dados (art. 33), amparada nos contratos de proteção de dados firmados com cada um. Os servidores do site ficam em São Paulo. Fora esses casos, dados só são compartilhados por obrigação legal ou ordem de autoridade.
Por quanto tempo
- Contato que não vira atendimento: não fica guardado no site. O e-mail recebido e a linha na planilha de contatos são apagados em até 6 meses.
- Reserva de primeira sessão sem pagamento confirmado: mesma natureza do contato que não vira atendimento — dado de quem nunca virou paciente. Apagada em até 6 meses.
- Medição de audiência: o registro de página vista, artigo lido e formulário de contato exibido na tela não identifica ninguém e fica guardado; o identificador do clique no anúncio (gclid) é apagado 90 dias depois, prazo em que ele deixa de ter uso.
- Cadastro, agenda e pagamentos: enquanto durar o atendimento e por 5 anos depois da última sessão, prazo mínimo de guarda do registro psicológico (Resolução CFP nº 001/2009). Passado esse prazo, seu nome, e-mail, dados de pagamento e o CPF são apagados. O registro clínico em si continua guardado, cifrado — é o que a Resolução exige — e por isso não dizemos que os dados ficam anonimizados: eles seguem protegidos pela LGPD e pelo sigilo profissional.
- Registros técnicos de acesso: guardados só pelo tempo necessário para segurança e diagnóstico.
Como os dados são protegidos
O registro clínico é guardado cifrado e não pode ser alterado depois de gravado. A área do paciente só abre por link enviado ao seu e-mail, de uso único, e a sessão expira sozinha. Todo acesso da psicóloga ao registro fica gravado. As conexões usam HTTPS. Nenhuma sessão de atendimento é gravada.
Seus direitos
A qualquer momento você pode pedir (LGPD, art. 18):
- confirmação de que tratamos seus dados, e acesso a eles;
- correção de dados incompletos ou desatualizados;
- anonimização, bloqueio ou eliminação do que for desnecessário ou excessivo;
- portabilidade dos seus dados de cadastro;
- informação sobre com quem compartilhamos;
- revogação do consentimento, quando ele for a base do tratamento;
- eliminação dos dados tratados com base no consentimento.
Escreva para o e-mail acima; a resposta chega em até 30 dias. O registro clínico tem guarda obrigatória de 5 anos e, nesse prazo, não pode ser apagado — mas você pode pedir acesso a ele. Se achar que seus direitos não foram respeitados, pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (gov.br/anpd).
Menores de 18 anos
O atendimento e o site são só para adultos. Não tratamos, de propósito, dados de menores; se recebermos algum, ele é apagado assim que identificado.
Cookies
O site público não usa cookies. Ele guarda, na memória da aba (não em cookie), duas coisas que somem quando você fecha a aba: um número aleatório que serve só para contar visitas — explicado logo abaixo — e, se você chegou por um anúncio, o identificador daquele clique. Nada disso sai do seu navegador a não ser para o próprio site, e nada disso volta numa visita futura. A área do paciente e a área da psicóloga usam um cookie de sessão cada, estritamente necessário para manter a sessão aberta.
Medição de audiência
Para saber quais páginas são lidas, o site registra no próprio banco de dados, em São Paulo, que uma página pública foi vista, que um artigo foi lido e que o formulário de contato apareceu na sua tela — o caminho da página, a data e hora, e o endereço do site que trouxe você até aqui. Desse último, guardamos apenas o nome do site (por exemplo google.com ou chatgpt.com): nunca o endereço completo, e portanto nunca o que você pesquisou ou perguntou. Se você digitou o endereço direto, não fica registro de origem nenhum. Junto vai um número aleatório que identifica a aba, não você: ele serve para sabermos que três páginas vistas foram uma visita só, e não três pessoas. Esse número nasce quando você chega, morre quando você fecha a aba, e nunca é o mesmo de novo — se você voltar amanhã, será outro, e não há como ligar um ao outro. Por isso contamos visitas, nunca pessoas: você em duas abas conta duas vezes, e é assim de propósito. Não há Google Analytics nem nenhum serviço de medição de terceiros, não há cookie, não há nada que atravesse o fechar da aba e nada permite reconhecer a mesma pessoa em duas visitas. A área do paciente e a área da psicóloga não são medidas.
Quem chega por um anúncio do Google traz na URL o identificador daquele clique (o gclid). Ele fica guardado só na aba aberta, some quando você a fecha, e é registrado junto do evento — página lida, contato, agendamento ou pagamento — para que o Google Ads saiba que o anúncio funcionou. É a única informação que vai para lá, e ela não diz quem você é. Se você não veio de um anúncio, nada é enviado para fora.
Se algo der errado
Um incidente de segurança que possa causar risco a você será comunicado a você e à ANPD, como manda a lei (art. 48), com o que aconteceu, o que foi afetado e o que fazer.
Mudanças nesta política
A versão vigente é sempre a desta página, com a data no topo. Mudanças relevantes são avisadas por e-mail a quem está em atendimento. Leia também o contrato terapêutico.
