Quando o uso de álcool ou outras drogas está na sua família
Atendo mães, pais e filhos adultos que convivem com o uso de substâncias por alguém próximo, e atravessam períodos tais como: internação, volta para casa, recaída, dentre outros.
- A sua terapia não depende de a outra pessoa aceitar tratamento.
- Dá para rever limites sem que isso signifique abandonar alguém.
- A recaída não está toda nas suas mãos: separar o que dá para fazer do que não dá é parte do trabalho.
Escrevo sobre esses momentos em textos abertos, sem cadastro: durante a internação, a preparação para a alta, quando ajudar vira controlar, a exaustão de quem cuida há anos, terapia quando a pessoa não quer se tratar.
Vamos conversar?
Para quem é a psicoterapia?
A psicoterapia é para todos que estão em momentos de sofrimento, transições ou que desejam maior autoconhecimento.
Momentos de sofrimento
Quando algo dói e você já não consegue atravessar sozinha o que está acontecendo.
Transições
Mudanças de fase, de papel ou de rotina que pedem uma nova forma de se organizar.
Autoconhecimento
O desejo de se entender melhor, mesmo sem uma queixa que precise ser resolvida.
É comum que a pessoa venha com medos, dúvidas, angústia e ansiedade, mas não é pré-requisito: há espaço para crescer e se desenvolver ainda que tudo esteja indo bem.
Como é o processo?
A psicoterapia não é um modelo fechado; ela se molda às fases da sua vida e crescimento.
Uma primeira sessão
Tudo começa com uma sessão para compreender a demanda, a compatibilidade com o que é ofertado e estabelecer combinados.
Combinados claros
Frequência, valores, tempo de sessão e horários ficam definidos antes de o acompanhamento seguir.
Um processo construído a dois
O processo é construído entre o terapeuta e o paciente, respeitando seu ritmo, suas demandas.






